quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Você


Posso estar com os olhos vendados, mas ainda posso sentir seu perfume doce que exala no ar, mas sei que ainda esta comigo, pode até noite ser noite de lua cheia, em uma escuridão total, mas assim posso te identificar aqui, com o seu respirar calmo e suave.
Onde tu estiver, te sentirei e saberei onde te encontrar, e só mesmo eu sei quem é você.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Relógio (I)

O relógio... Era uma coisa que me deixava fascinado. O jeito que as engrenagens trabalhavam e os minutos e horas passavam, faziam que eu não me cansasse de ficar olhando e admirar.
Meu nome é Daniel, 23 anos, moro em Greenpeace, o meu fascino por este objeto começo desde que meu avó faleceu, e que me deixou o um simples e incrível objeto... O seu estimado Relógio de Bolso, o seu relógio era uma parte de sua vida, para tudo ele estava com o relógio... Como meu ele acha os relógios incríveis, desde garoto ele, mostrava-me o mundo os perigos e lugares lindos, e sempre com relógio no bolso:

- Filho, Tudo isso me deixa calmo e leve... - nesse momento estava em cima de um morro sentindo vento frio passar por nosso corpo que fazia nossas peles arrepiar, vendo o dissolver do sereno com os primeiros raios de sol - Filho, o dia que deixar sair deste mundo... Lhe deixarei o maior tesouro do mundo.
- Vovô, e qual é esse tesouro? - com uma voz meio tremida e infantil, eu perguntava sobre seu tesouro.

O sorriso sobre-saiu o seu rosto branco de frio.

- Você saberá em breve...

Aquelas palavras fizeram me apertar o meu coração de criança...

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Seu Destino !

Caminhar em lugar lindos, outros nem tanto, mas sempre correndo atrás de seu destino, sem mesmo olhar para atrás e ver seu passado, sair de sua cabeça.
Caminhando, caminhando era o que passava em minha cabeça, cada passo que dava era meu futuro chegando perto de mim, pés cansados, doloridos, e fracos, tentavam ao máximo me deixar em pé e me guiar até meu futuro brilhante que estava logo em minha frente.
Minha alma não se sentia cansada, ela estava atormentada com o meu desespero em chegar a meu destino, logo meu passos estavam ficado cada vez mais devagar, minha energia estava acabando, e o cansaço estava quase tomando conta de mim.
Até uma menina ficar parada em minha frente enquanto eu rastejava, minha mão se esticou até o vestido da menina foi aonde que perdi totalmente minhas forças, aquele foi o fim de meu destino, a menina se ajoelhou, e essa foi suas palavras:

- Nossa! Você já desistiu? - sua mão tocou meus cabelos, molhados de suor.
- V...Você não sabe o que é caminhar por... Três dias - minhas palavras saiam ofegantes, o que mostrava o meu cansaço.
- Exatamente!? Eu sei o que é sentir fome e sede, e também sei de cada passo que você deu até aqui... Eu sou o seu destino, que vem te acompanhando e te dando forças para alcançar seu objetivo... Mas essas foram minhas ultimas forças e a partir de agora você pode levantar, e pode seguir em frente, você tem todas as condições você é uma pessoa forte, e orgulhosa que pode levantar de a cabeça e chegar até... O seu destino. Vamos lá eu sei que você consegue.

Minhas forças foram sendo restauradas, e senti confiança de levantar e continuar seguindo, e descobri que minha luta é incansável, mas que vou desistir até agarrar meu destino... As palavras da menina, conseguiram encontrar forças, e fazer eu me levantar, pegar espada e escudo novamente e sair a batalha.
A menina ficava com o sorriso cada vez mais radiante enquanto ela olhava eu me levantar do chão:

- Eu sabia que você conseguia... Mas agora vai que o seu destino está logo ali, eu vou estar aqui para lhe dar forças - o sorriso da menina, era lindo.

Eu não esperava nada eu continuei meu passos até o meu destino, o que agora passava na minha cabeça era a frase: " Você consegue eu sei que consegue, você é forte o suficiente para chegar lá." O que me fazia me dar forças para meus passos fracos, a menina, eu não via mais, mas isso não me importava agora o que eu mais queria é chegar no.... MEU DESTINO !

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Te amo sem verdade !

Palavra fácil de ser falada, quando não temos o verdadeiro amor, a palavra fácil de se dizer: Te Amo! Mesmo sem sentir a palavra tocar em seu coração.
Rosa caída no chão, murcha em instantes, neste momento ouso em meu ouvido as palavras fracas e sussurradas em meu ouvido: - TeAmo!
Em momentos fiquei parada ouvindo as palavras em minha cabeça e vendo a flor murchar-se lentamente diante dos meus olhos, minhas mãos foram rápidas, afastando ele de meu corpo em velocidade joguei ele aos amigos e levantei-me sem deixar rastros.
Lágrimas correndo em meu rosto dirigia o carro em lugar que me faria eu parar de pensar, assombrada pelas palavras e risadas, parei completamente e fixei meus olhos em frente, onde vi um claro em meus olhos e sorri !
Cabeça girando, abro os olhos e vejo neblinas, levanto do chão coberto de folhas secas e amarelada, com um vestido branco de seda, caminho em meio as árvores de troncos brancos, minha visualização? Bom eu não veria nada, em passos calmos procurava sair daquele lugar, a caminhada era foi grande, e eu não cansei-me, chegou a hora de parar eu já estava cansada, em uma árvore me sentei e encostei as costas em seu tronco, com as mãos afastei os cabelos que atrapalhavam meu rosto.
Foi em segundos que vi uma mão suave me oferecendo ajuda, após olhar a mão da certa pessoa eu fui percorrendo o olhar até chegar ao rosto mas ele não era visível o sol era um pouco atrapalhado, não recusaria tal ajuda, toquei sua mão suave que deu a mim um animo de levantar, minhas energias foram restauradas a um simples toque do homem, finalmente consegui olhar fixamente a seus olhos, o homem que me levantou era lindo mas não atraia os meus encantos, o que eu não entendia homens igual a ele me deixariam fascinada, quando olhei em seus olhos vi um sorriso estampado em seu rosto que disse :

- Bem-Vinda ao Paraíso - em um sorriso o homem me abraçou - sonhei com este dia para poder te abraçar menina - deixei ele me abraçar; seu abraço confortou meu corpo frio que ainda estava quase congelado - você ainda não me conhece, e lhe garanto que não reconhecerá.
- Bom prazer seu Branca - estendi a minha mão para cumprimenta-lo.
- Eu já te conheço de quando você aninhou-se em meus braços, e dormiu igual a um anjo - seu sorriso fechou-se com as palavras - e foi o único dia que tive você em meus braços - os meus olhos fixaram no braços cruzados como se tivesse segurando uma criança ressem-nascida.
- mas você esta aqui desde que eu nasci então você é o meu Anjo?
- Não, não sou seu anjo - o sorriso cresceu novamente em seu rosto moreno - Você é minha filha - as palavras que sairiam com um orgulho da sua boca chocaram-me e fizeram eu dar um passo atrás.
- Como você pode ser meu pai - com uma pessoa assustada questionei ele, o tal meu pai.
- Menina seu mundo é rodeado de mentiras e ainda não sei por que sua mãe não lhe conta a verdade - com os gestos com a mãos eu interrompo suas palavras.
- Isso é impossível minha mãe é minha melhor amiga e não mentiria a mim.
- Pois é por que ela mentiu a você, a tal mãe que você diz dizer é na verdade sua tia e sua madrinha a sua unica madrinha é na verdade sua mãe - indignada peso-lhe.
- Prove-me, prove-me que a minha mãe é minha madrinha!

O homem que diz disser ser meu pai coloca a mão em meu ombro que entro em minha própria consciência, as imagens que passavam e minha cabeça era uma criança feliz tomando do peito de sua mãe, que na verdade era eu no peito da minha mãe (minha madrinha), e o homem que estava em meu lado neste exato momento estava acariciando minha cabeça, em soluços volto ao homem me apoiando, e eu com lágrimas a percorrerem o meu rosto em meio a soluços eu falo ao homem:

- Então exatamente estou morta - as lágrimas eram intermináveis.
- No mundo real você esta sendo socorrida - com o rosto sem sorriso.
- Tem como inverter isso?
- Infelizmente não
- Então pode me levar ao bar aonde eu estava antes de vir até aqui
- Claro! Mas lhe digo uma coisa você não gostará do que verá - concordado com a cabeça pedindo para que ele me levasse ao bar.

Tudo se transformou e paramos no bar onde estava eu parada, desanimada, e triste olhando a flor no copo, quando vi toda cena da flor cair ao chão e murchar, enquanto eu estava parada olhando, fui em direção a flor jogada no chão e peguei a flor, enquanto puxava ela, ela se transformava em uma linda flor como se tivesse terminado de desabrochar, levei a rosa em minha boca e voltei ao homem de braços cruzados para continuar a ver; logo depois de eu me retirar do local o meu "namorado" virou-se a garota do lado e beijou-lá, como se ela tivesse tomado o meu lugar, e foi o que aconteceu; agora mais lágrimas correm em meu rosto virei-me a meu pai e abracei seu corpo implorando entre prantos de lágrimas para que livra-me dessas imagem enquanto eu voltava ao lugar eu chorava igual criança, quando cheguei ao o lugar, joguei-me ao chão e chorei, o meu pai deitou-se e acariciou minha cabeça. Ficamos tempos deitados no chão.

- Filha levante tenho que lhe disser umas coisas - com a mão mais uma vezes ele me estendeu para fazer eu sentar-me ao chão - você ainda pode escolher em viver e ficar no mundo mentiroso ou ir para um novo mundo?
- Obrigada pai, felizmente vou ficar com um novo mundo

Ele levantou-me, secou meu rosto e disse:

- Antes de ir você pode ver seu túmulo, quer visita-lo ?
- Acho que depois de tudo isso sim

Ele em mais um relance levou-me a um cemitério onde ele me indicou onde estava o meu, o meu estava abaixo de uma árvore de flor variadas.
Caminhei até direção de meu túmulo onde em cima da terra negra vi fotos e cartas de amigos.
Em estantes o homem chegou atrás de mim dizendo:

- Esses sim, foram verdadeiros, pessoas que precisaram de você e você foi ajuda-los, e quando você mais precisou deles, eles estavam em seu lado até o fim - balancei a cabeça e ajoelhei-me negando, minha morte, negando a dor que meus amigos e familiares sentiam de mim ! Queria ter vistos na hora.

Coloquei a flor em cima da terra entre gritos e prantos, Lembranças de Amigos , Familiares, Risadas de melhores amigos, Não sairiam da minha cabeça.
Arrastei minha mão sobre a terra negra até chegar em minha Face. Entre lágrimas levantei do chão apertando a barriga e cabeça baixada, cheguei a o homem que trouxe-me a este local ele sussurro em meu ouvido:

- Menina você será muito feliz no outro Mundo.
- Obrigada, obrigada.
- Antes de ir embora posso lhe pedir uma coisa!
- Claro, o que ?
- Me abraça, antes ir!?

Não foi preciso responder, o Abraço foi imediato, os braços que estavam em minha barriga passaram a envolver seu corpo:

- Te Amo MINHA FILHA
- TE AMO MEU PAI

Em segundo foi ouvido uma criança chorar, essa criança... Eu nos braços de meu pai sorrindo olhando a mim... Passou a minha mãe que me deu o peito para alimentar-me.

As palavras certas nos meus ouvidos foram Bem-Vinda ao Novo Mundo!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Ilusão.

A ilusão de um dia acredita que você me amo, a Ilusão de um dia você me querer com você, A ilusão de um dia eu ter beijado sua pensa que seria você eternamente meu. Ilusão

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Luar na Janela part.(lll)


Abracei seu corpo devagar, ele com uma força incrível pegou-me no colo e disse olhando para meu rosto pálido:
- Vai ser meio assustador para você - Caminhando até a janela, ele com o seu rosto lindo e escultural olhou fixamente a lua e abriu suas asas brancas que a lua iluminava, jogou-se contra o vento me dizendo - Você esta em minha segurança, você não terá medo.
Suspirei fundo e me abracei forte no seu corpo, o seu sorriso foi instantâneo... Suas Asas estenderam-se e ele soltou-se diante o mar, nós voamos em direcção a lua.
Voamos longe, muito longe minha casa não se enxergava mais eu Suspirei e disse:

- Bom, você falou que me explicaria o foi aquilo que não era um sonho - aquela hora eu queria a explicação. E ele falou
- É mesmo, a sua explicação - sua boca estendeu-se em um sorriso - o que você achou que foi um sonho, foi uma pura realidade.
- Como aquilo foi realidade ? - estava muito confusa
Com um sorriso grande no rosto, me respondeu:
- Aquilo que você diz ser um sonho foi verdade, vim procurando a Falcin - com o olhar em direcção a lua sua face lisa e sombria ele continuou a me explicar - a Falcin é a mulher e mais poderosa do meu mundo, a mulher que tem o poder se transformar que vê em sua frente - com seu rosto fechado olhou em direcção ao mar e falou - Chegamos !

Suas asas bateram com suavidade fazendo nos descer, eu curiosa fiquei olhando o mar e vi que nos iramos nos afogar se continuassemos

- Alex eu não sei nadar nós vamos acabar nos afogando - eu estava preocupada, mas ele quando ouviu minhas palavras dando certeza de que isso iria mesmo acontecer, sua boca repuxou a um canto.
- Olhe novamente - com a boca repuxada.

Olhei novamente e nas profundezas das águas marinhas vi uma fraca luz, enquanto nos descaiamos leve igual penas soltas em um vento fresco terras iam submergindo dentro das águas que fez meus olhos terem em foco aquilo...
As águas já não cobriam a terra, descemos a terra o brilho que a água não mais cobria surgiu uma torre pequena, que a espada de Alex encaixava-se perfeitamente, comecei a rodar a torre, e quando fiquei parado ao lado de Alex ele sorriu e disse:

- Bem-vinda Mauterneirt - retirou a espada das costas e girou duas vezes, e encaixou perfeitamente na torre, o céu e a linda lua desapareceram, em um tornado negro...

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Criança na praça.


Passos que dou em direcção a praça de recreação de a minha antiga escola, balanços, escorrega dores vazios , casinha sem nem uma menina para morar, até, tocar o sinal, este barulho estrondoso que deixa qualquer criança feliz, a hora da recreação... A felicidade no rosto daquelas crianças eram lindas, estava dando voltas em mim mesmo e vendo a felicidade das crianças até, olhas fixamente a uma garotinha que estava para olhando me com um urso nas mãos... Ela não parecia estar feliz, ela estava olhando para um lado e para outro sentada com urso nas mãos como se fosse a única coisa que tinha para brincar, fui em direcção a ela querendo ver o que ela tinha, bom sentei-me e comecei a conversar com a criança que estava totalmente confusa ou triste:
- Oi ! meu nome é Alejandra e o seu ? - com um rostinho triste e a cabeça baixa.
- Oi ! o meu nome é Lia - com uma voz fina e tristonha respondeu seu nome
- Por que você não está se divertindo como as outras crianças ? - perguntei isso tossindo e cobrindo a boca.
- Você esta bem ? - com a mão fria tocou meu rosto - hein ? você esta se sentindo bem ?
- Estou sim - com os olhos vibrando respondi, sentindo sua mãozinha carinhosa e fria no meu rosto - só foi uma burrice minha tinha me engasgado com o vento - olhando ela vi uma voz de quem estivesse sorrindo baixinho - Ah você esta rindo de mim ? - ela levantou seu rosto mostrando me as suas covinha fundas e seu sorriso !
- Não, não estou não - olhando firme a o os meu olhos.
- Então me responda, porque não esta se divertindo com as outras crianças ? - o sorriso da menina desapareceu.
- Não tenho amigos, só tenho meu ursinho Triz, que vem a escola comigo !
- Vamos lá que arranjarei alguém pra você brincar - o seu sorriso voltou, pulou do banco
Levei ela diretamente a casinha de meninas, foi saltitando feliz querendo brincar... Ao chegarmos ela ficou parada e eu me abaixei para falar com as outras meninas que estavam brincando dentro da casinha, com um sorriso no rosto entrei e bati na portinha com um coração grande, três meninas pequenas abriram a porta olhando diretamente a Lia:
- Oi, eu sou amiga da Lia esta menina que está comigo... Ela poderia brincar com vocês ? - as meninas dentro da casinha enfeitada ficaram felizes.
- Claro, estávamos precisando de uma mãe pra nós - Lia olhou à mim com um sorriso no rosto...
- Obrigada tia ! - Com um sorriso no rosto entrou na casinha feliz.
Bom, segui meu caminho fui andando até chegar o meio da pracinha e ouvir meu nome
- Tia Alejandra - veio olhando ao chão com os braços abertos, baixei-me para poder fala com ela, com um sorriso no rosto ela me falou - Eu sou a mãe das meninas...Vem quero que conheça minhas filha - os olhos brilhando ela disse aquela frase.

Levantei-me do chão aonde eu estava, peguei em sua mãozinha fria e me conduzia até a casinha adorável, onde entrei e fui recebida com caffés e outras coisas.
Virei a Lia disse que iria embora pos eu estava com pressa, ela nem estava mais ligando a mim isso me deixava feliz... Levantei-me e fui embora quando cheguei ao portão da pracinha olhei a casa novamente e vi ela para na porta olhando diretamente a mim, com as mãos ela fez um coração, o que tocou meu coração eu mandei a ela um beijo e sai... Bom, com um sorriso no rosto pensei que nunca iria esquecer aquele momento quem que dei ela com o dia mais puro da sua vida.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Luar na Janela par. (II)



O cansasso contagiava meu corpo, os olhos estavam ardentes pois queria terminar de ler meu livro... Mas não foi possivel, o cansasso era maior, coloquei um marcador de livros para poder terminar depois de poder descansar, colequei meu travesserio e meu livro fechei a janela e abri a cortina para poder contemplar a lua linda e o seu brilho que fora permetida deixar entrar em meu quarto...

Desliguei a luz do meu quarto e deitei-me em minha cama, minha cama estava virada em direção a janela, e fiquei olhando aquela lua como se fosse a unica que eu veria... Olhando e pensando no sonho que tive com aquele garoto, enquanto eu pensava o sono vinha com força e até que dormi...

Eram 4:00 horas da manhã e vi a minha janela aberta, novamente pensei que veria ele de novo, as cortinas estavam voando levemente, e a lua ainda brilhava lindamente...
Até que vi um ponto mechendo-se no meio da lua, vinha com velocidade o ponto crescia e ia aparecendo as asas.
Até que em um flash, o garoto Alex estava na minha janela novamente, estava de cabeça baixada para que eu não visse o seu rosto:
- Não precisa se assustar, vim até aqui para lhe ajudar - enquanto suas palavras doces saiam da sua boca ele ia levantando sua face.
- Medo não tenho mas ja tive quando sonhei com você ! - falei isso com uma empolgação, de onde eu estava consiguia ouvir seu riso de descrença.
- O que você viu esta noite não era um sonho minha querida ! - o meu coração bateu forte como no sonho e com um pouquinho de medo perguntei a ele.
- Como aquilo não foi um sonho ? Eu acordei em minha escrivanhia com lápis e borracha na mão ! - as coisas que passavam em minha cabeça estavam confusas, esperei com que ele me desse a resposta.
- Vamos vista-se ao longo do caminho lhe direi o que aconteceu !
- Mas nós vamos aonde, onde você que me levar ? -com um rosto de quem estivesse aparavorada - Pelo menos deixa ver seu rosto ?
- Claro, como vou ser seu cavalheiro sem você conhece meu rosto ! - oque ele me falou me deixou apaixonada por suas palavras. - Mas por favor vista-se que eu possa leva-la a um lugar que você ira adorar !
O meu reflexo foi rapido peguei uma roupa boa para correr, e fui a meu banheiro me vistir, minha cabeça estava confusa querendo saber o que tinha me contar... Visti-me em uma velocidade incrivel, abri a porta, pronta para ele me levar aonde ele tanto queria.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Amigos que levo comigo

"Estar com vocês de manhã ou de noite, faziam meu tempo passa em uma velocidade, as alegrias eram constante com vocês até, trocar de colegio e achar que todo mundo gostava de mim neste colegio, fico com dor no coração em pensar que um dia tive AMIGOS, que estavam comigo todos os dias, podem estar longe mas levo vocês todos os dias aonde eu quer que eu vá AMO VOCÊS AMIGOS ."

segunda-feira, 12 de julho de 2010

O Recomeçar

"Nem sempre podemos recomeçar, o recomeçar depende nós acreditar, e ter fé que agente um dia consegue o que agente quer que seja nós consiguiremos e ganharemos a nossa vitória."

sábado, 10 de julho de 2010

"As lágrimas? Escondida pela solidão. Alma? Morta pela tristeza. Coração? Arrancado sem dó, levado a uma profundeza que só um verdadeiro amor poderá resgatá-lo."

Luar na janela part.(I)

É, acordo de um sono da tarde delicioso... A preguiça é grande
mas tinha muita coisa o que fazer ainda, muita coisa.
Pego os cadernos, começo a estudar para provas finais...
Estudar não é bom, quando se tem um dia perfeito para dormir,
bom como todo mundo diz "Para ser alguém na vida precisa-se
estudar."
O anoitecer chega, vento forte abre minha janela como se fosse
alguem me mandando ver através dela, as cortinas se balançam incontrolaveis, levanto-me da cadeira confusa querendo saber como a minha janela fechada abriu-se assim sozinha bom quis ver oque tinha acontecido...

Passo a passo cheguei mais perto da janela. Um rosto se revelava diante de um luar maginifico, logo com os passos calmos e suaves vi um corpo lindo escorado em uma espada, a primeira coisa que veio em minha cabeça é perguntar seu nome :


- Quem é você ? - com uma rosto de quem tivesse assustado


Seus cabelos lisos e loiros foram revalando seu rosto, mas seu rosto não consiguia ser visto, pois ele estava virado de costas a lua :


- Meu nome é Alex e o seu Gwenever, estou certo ? - meu coração bateu forte, fiquei com medo de que ele fosse um assasino pago para vim a me executar.


- Como você sabe meu nome, e o que você esta fazendo aqui ? - as perguntas que queria fazer a ele eram varias e inevitaveis...

Ele não respondeu nada ficou em silêncio completo, a espada na qual ele estava apoiado levantou e encaixou em suas costas, deu três passos leves dencendo de minha janela...
Logo olhou em meus olhos e pegou em minha mão, ao tocar em mim levanto de um sono profundo onde fiquei curiosa para saber aonde ele me levaria... Com o coração acelerado vejo meus cadernos com os dever terminados, levanto-me da cadeira aonde tinha dormido profundamente, vou em direção em minha janela e olho que ela esta perfeita mente trancada, abro-a e sinto o vento leve que sacudia meu cabelo... Olho diretamente para a lua que brilha lindamente, fiquei parada e olhando a lua, oo sonho ja era esquecidi com aquela lua vou a minha cama e pego meu livro debaixo do meu traviseiro, pego o meu traviseiro e vou a janela, admirada sento-me e colo o travisseiro em minhas costas e abro o livro onde estava marcando meu texto e deixo me levar a imaginação do livro com um luar e o vento sutil que bati em meus cabelos.

Por do sol

Tudo que eu precisava era dessa vista que eu tinha agora.
Meus dias eram complicados, várias coisas a fazer sem tempo para mim...
Pessoas me ordenando o que fazer. É cansativo, é mesmo cansativo.
E eu que sempre dera tanto valor á recompensa do trabalho, acabei me esquecendo da maior delas, que é a vida que eu acabei perdendo dentro de um escritório.
É ao chegar a esta praia ao fim do meu trabalho valorizei minha vida...
Finalmente.
Descobri, tarde demais, quanto tempo eu podia ter contemplado esta paisagem, que me deixa totalmente leve, e quanto tempo eu perdi por trabalhar e às vezes nem receber.
Valeu à pena ?
Pense.
"Não desperdice seu tempo como se ele fosse infinito."
Perdi muito do meu precioso tempo, e agora já me é tarde para recomeçar... mas estas águas que agora permito tocar meus pés levam a tristeza e o arrependimento para grandes profundezas.