segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Medo


Olhos fechados sem mais nem uma esperança que eles abriram, ver o corpo de um amigo ou parente ir a descanso eterno, ver e lembrar seu último sorriso, lembrar o último soar do seu nome sair da sua boca.
Meu medo, ver o melhor amigo ou parentes, partirem a outro rumo, partirem a descanso, esse é meu medo, aproveite, aproveite os dias e tempo que foram concedidos a você, abrace, ame, pule, dance e divirta-se, pois a vida não é eterna, mas te dá o tempo pra aprende sobre o mundo.
Não recuse um abraço, não recuse um beijo, não recuse um amor e nunca reclame da vida, pois a vida é uma coisa preciosa.
Sorria, perdoe, ajude, pois quem prestar ajuda a outro, mais tarde será ajudado.

Viva (:

sábado, 29 de janeiro de 2011

Olhar


"Vá com sua vida em frente, sem olhar para trás".
Velho ditado, Não tem como viver sem olhar para trás, ver os tempos bons que esta deixando. Não há mesmo, não há como não olhar para trás, ver tudo que foi perfeito e deixa de lado para seguir uma vida diferente. Levo comigo, uma raridade, são amigos ou lembranças, mesmo partindo, Levo comigo.
Levo em minha memória, risadas, piadas, vozes e olhares, deixo para trás cada lágrima que escorreu no meu rosto.
Um pé na frente do outro com uma mochila nas costas, na estrada de chão, e passando por paisagens, sempre olhando pra trás e sorrindo, lembrando de melhores momentos que passei com amigos.

Não tenha medo de olhar pra trás, pois o que você deixa pra trás são coisas que desagradavéis, e leve com você em sua lembraça coisas boa, porém, seram as coisas que te daram a liberdade de abrir um sorriso quando estiver em um momento ruim.

domingo, 23 de janeiro de 2011

O inicio

O casal era feliz. Nunca eram ouvidos gritos de brigas ou de qualquer agressão de um ao outro. Os vizinhos invejavam aquele amor, tão perfeito que se podia sentir seu cheiro. Preenchia a rua inteira. Um amor que era tão lindo e tão raro.
Os dois passavam seus dias ocupados. Mesmo assim, seus sentimentos sempre foram os mesmos desde 5 anos atrás, quando começaram a morar juntos. Ainda possuíam aquela vontade, aquela energia de querer impressionar um ao outro. Quem estaria em casa antes para fazer a surpresa... Era tudo perfeito até o um dia, dentro desses 5 anos de amor puro.
O homem entrava dentro de casa com a mão na cabeça. Parecia confuso, muito confuso. Ela nunca tinha visto Dave tão perturbado.

- Boa Noite, Dave. Está tudo bem? Nunca te vi tão estranho... - ela passava a mão em seu ombro, tentando perceber seus olhos.
- Não, eu não estou bem. - ele esfregava os olhos, que ardiam do trabalho. Enquanto ia se sentar na sala, colocava as mãos na cabeça pensava no que falar pra ela.
- Sthephany... - suspirou fundo - ...nós não podemos viver mais assim.
- Dave, o que você esta falando? - ela caminhou até ele e sentou-se ao seu lado - Viver assim como?
- Não sei. Cheguei a esta conclusão hoje. Não podemos mais viver assim, como namorados. - tentava se afastar dela. Foi até a parede e escorou-se nela - Me entende?
- Não, eu não te entendo. - os olhos dela começavam a marejar. Levantou-se do sofá e foi até ele - Me explique.
- Eu simplesmente sinto que não podemos mais namorar. - virou-se a ela e lhe a olhou fixamente. Desceu até o chão e ficou de joelhos. - Nossa vida é perfeita, eu sei, nosso amor é lindo, mais sinto que não podemos mais ficar neste ritmo. - neste momento, tirou do bolso uma caixa pequena, em forma de coração - Acho que já está na hora de avançarmos um passo. - dito isso, mostrou-lhe as alianças marcadas com seus nomes - Case-se comigo?
- Oh, meu Deus...
Ele esperou.
- É claro que sim, meu amor...

E o amor desse casal deu frutos. A cada novo dia, seu amor aumentava.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Você


Posso estar com os olhos vendados, mas ainda posso sentir seu perfume doce que exala no ar, mas sei que ainda esta comigo, pode até noite ser noite de lua cheia, em uma escuridão total, mas assim posso te identificar aqui, com o seu respirar calmo e suave.
Onde tu estiver, te sentirei e saberei onde te encontrar, e só mesmo eu sei quem é você.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Relógio (I)

O relógio... Era uma coisa que me deixava fascinado. O jeito que as engrenagens trabalhavam e os minutos e horas passavam, faziam que eu não me cansasse de ficar olhando e admirar.
Meu nome é Daniel, 23 anos, moro em Greenpeace, o meu fascino por este objeto começo desde que meu avó faleceu, e que me deixou o um simples e incrível objeto... O seu estimado Relógio de Bolso, o seu relógio era uma parte de sua vida, para tudo ele estava com o relógio... Como meu ele acha os relógios incríveis, desde garoto ele, mostrava-me o mundo os perigos e lugares lindos, e sempre com relógio no bolso:

- Filho, Tudo isso me deixa calmo e leve... - nesse momento estava em cima de um morro sentindo vento frio passar por nosso corpo que fazia nossas peles arrepiar, vendo o dissolver do sereno com os primeiros raios de sol - Filho, o dia que deixar sair deste mundo... Lhe deixarei o maior tesouro do mundo.
- Vovô, e qual é esse tesouro? - com uma voz meio tremida e infantil, eu perguntava sobre seu tesouro.

O sorriso sobre-saiu o seu rosto branco de frio.

- Você saberá em breve...

Aquelas palavras fizeram me apertar o meu coração de criança...

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Seu Destino !

Caminhar em lugar lindos, outros nem tanto, mas sempre correndo atrás de seu destino, sem mesmo olhar para atrás e ver seu passado, sair de sua cabeça.
Caminhando, caminhando era o que passava em minha cabeça, cada passo que dava era meu futuro chegando perto de mim, pés cansados, doloridos, e fracos, tentavam ao máximo me deixar em pé e me guiar até meu futuro brilhante que estava logo em minha frente.
Minha alma não se sentia cansada, ela estava atormentada com o meu desespero em chegar a meu destino, logo meu passos estavam ficado cada vez mais devagar, minha energia estava acabando, e o cansaço estava quase tomando conta de mim.
Até uma menina ficar parada em minha frente enquanto eu rastejava, minha mão se esticou até o vestido da menina foi aonde que perdi totalmente minhas forças, aquele foi o fim de meu destino, a menina se ajoelhou, e essa foi suas palavras:

- Nossa! Você já desistiu? - sua mão tocou meus cabelos, molhados de suor.
- V...Você não sabe o que é caminhar por... Três dias - minhas palavras saiam ofegantes, o que mostrava o meu cansaço.
- Exatamente!? Eu sei o que é sentir fome e sede, e também sei de cada passo que você deu até aqui... Eu sou o seu destino, que vem te acompanhando e te dando forças para alcançar seu objetivo... Mas essas foram minhas ultimas forças e a partir de agora você pode levantar, e pode seguir em frente, você tem todas as condições você é uma pessoa forte, e orgulhosa que pode levantar de a cabeça e chegar até... O seu destino. Vamos lá eu sei que você consegue.

Minhas forças foram sendo restauradas, e senti confiança de levantar e continuar seguindo, e descobri que minha luta é incansável, mas que vou desistir até agarrar meu destino... As palavras da menina, conseguiram encontrar forças, e fazer eu me levantar, pegar espada e escudo novamente e sair a batalha.
A menina ficava com o sorriso cada vez mais radiante enquanto ela olhava eu me levantar do chão:

- Eu sabia que você conseguia... Mas agora vai que o seu destino está logo ali, eu vou estar aqui para lhe dar forças - o sorriso da menina, era lindo.

Eu não esperava nada eu continuei meu passos até o meu destino, o que agora passava na minha cabeça era a frase: " Você consegue eu sei que consegue, você é forte o suficiente para chegar lá." O que me fazia me dar forças para meus passos fracos, a menina, eu não via mais, mas isso não me importava agora o que eu mais queria é chegar no.... MEU DESTINO !

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Te amo sem verdade !

Palavra fácil de ser falada, quando não temos o verdadeiro amor, a palavra fácil de se dizer: Te Amo! Mesmo sem sentir a palavra tocar em seu coração.
Rosa caída no chão, murcha em instantes, neste momento ouso em meu ouvido as palavras fracas e sussurradas em meu ouvido: - TeAmo!
Em momentos fiquei parada ouvindo as palavras em minha cabeça e vendo a flor murchar-se lentamente diante dos meus olhos, minhas mãos foram rápidas, afastando ele de meu corpo em velocidade joguei ele aos amigos e levantei-me sem deixar rastros.
Lágrimas correndo em meu rosto dirigia o carro em lugar que me faria eu parar de pensar, assombrada pelas palavras e risadas, parei completamente e fixei meus olhos em frente, onde vi um claro em meus olhos e sorri !
Cabeça girando, abro os olhos e vejo neblinas, levanto do chão coberto de folhas secas e amarelada, com um vestido branco de seda, caminho em meio as árvores de troncos brancos, minha visualização? Bom eu não veria nada, em passos calmos procurava sair daquele lugar, a caminhada era foi grande, e eu não cansei-me, chegou a hora de parar eu já estava cansada, em uma árvore me sentei e encostei as costas em seu tronco, com as mãos afastei os cabelos que atrapalhavam meu rosto.
Foi em segundos que vi uma mão suave me oferecendo ajuda, após olhar a mão da certa pessoa eu fui percorrendo o olhar até chegar ao rosto mas ele não era visível o sol era um pouco atrapalhado, não recusaria tal ajuda, toquei sua mão suave que deu a mim um animo de levantar, minhas energias foram restauradas a um simples toque do homem, finalmente consegui olhar fixamente a seus olhos, o homem que me levantou era lindo mas não atraia os meus encantos, o que eu não entendia homens igual a ele me deixariam fascinada, quando olhei em seus olhos vi um sorriso estampado em seu rosto que disse :

- Bem-Vinda ao Paraíso - em um sorriso o homem me abraçou - sonhei com este dia para poder te abraçar menina - deixei ele me abraçar; seu abraço confortou meu corpo frio que ainda estava quase congelado - você ainda não me conhece, e lhe garanto que não reconhecerá.
- Bom prazer seu Branca - estendi a minha mão para cumprimenta-lo.
- Eu já te conheço de quando você aninhou-se em meus braços, e dormiu igual a um anjo - seu sorriso fechou-se com as palavras - e foi o único dia que tive você em meus braços - os meus olhos fixaram no braços cruzados como se tivesse segurando uma criança ressem-nascida.
- mas você esta aqui desde que eu nasci então você é o meu Anjo?
- Não, não sou seu anjo - o sorriso cresceu novamente em seu rosto moreno - Você é minha filha - as palavras que sairiam com um orgulho da sua boca chocaram-me e fizeram eu dar um passo atrás.
- Como você pode ser meu pai - com uma pessoa assustada questionei ele, o tal meu pai.
- Menina seu mundo é rodeado de mentiras e ainda não sei por que sua mãe não lhe conta a verdade - com os gestos com a mãos eu interrompo suas palavras.
- Isso é impossível minha mãe é minha melhor amiga e não mentiria a mim.
- Pois é por que ela mentiu a você, a tal mãe que você diz dizer é na verdade sua tia e sua madrinha a sua unica madrinha é na verdade sua mãe - indignada peso-lhe.
- Prove-me, prove-me que a minha mãe é minha madrinha!

O homem que diz disser ser meu pai coloca a mão em meu ombro que entro em minha própria consciência, as imagens que passavam e minha cabeça era uma criança feliz tomando do peito de sua mãe, que na verdade era eu no peito da minha mãe (minha madrinha), e o homem que estava em meu lado neste exato momento estava acariciando minha cabeça, em soluços volto ao homem me apoiando, e eu com lágrimas a percorrerem o meu rosto em meio a soluços eu falo ao homem:

- Então exatamente estou morta - as lágrimas eram intermináveis.
- No mundo real você esta sendo socorrida - com o rosto sem sorriso.
- Tem como inverter isso?
- Infelizmente não
- Então pode me levar ao bar aonde eu estava antes de vir até aqui
- Claro! Mas lhe digo uma coisa você não gostará do que verá - concordado com a cabeça pedindo para que ele me levasse ao bar.

Tudo se transformou e paramos no bar onde estava eu parada, desanimada, e triste olhando a flor no copo, quando vi toda cena da flor cair ao chão e murchar, enquanto eu estava parada olhando, fui em direção a flor jogada no chão e peguei a flor, enquanto puxava ela, ela se transformava em uma linda flor como se tivesse terminado de desabrochar, levei a rosa em minha boca e voltei ao homem de braços cruzados para continuar a ver; logo depois de eu me retirar do local o meu "namorado" virou-se a garota do lado e beijou-lá, como se ela tivesse tomado o meu lugar, e foi o que aconteceu; agora mais lágrimas correm em meu rosto virei-me a meu pai e abracei seu corpo implorando entre prantos de lágrimas para que livra-me dessas imagem enquanto eu voltava ao lugar eu chorava igual criança, quando cheguei ao o lugar, joguei-me ao chão e chorei, o meu pai deitou-se e acariciou minha cabeça. Ficamos tempos deitados no chão.

- Filha levante tenho que lhe disser umas coisas - com a mão mais uma vezes ele me estendeu para fazer eu sentar-me ao chão - você ainda pode escolher em viver e ficar no mundo mentiroso ou ir para um novo mundo?
- Obrigada pai, felizmente vou ficar com um novo mundo

Ele levantou-me, secou meu rosto e disse:

- Antes de ir você pode ver seu túmulo, quer visita-lo ?
- Acho que depois de tudo isso sim

Ele em mais um relance levou-me a um cemitério onde ele me indicou onde estava o meu, o meu estava abaixo de uma árvore de flor variadas.
Caminhei até direção de meu túmulo onde em cima da terra negra vi fotos e cartas de amigos.
Em estantes o homem chegou atrás de mim dizendo:

- Esses sim, foram verdadeiros, pessoas que precisaram de você e você foi ajuda-los, e quando você mais precisou deles, eles estavam em seu lado até o fim - balancei a cabeça e ajoelhei-me negando, minha morte, negando a dor que meus amigos e familiares sentiam de mim ! Queria ter vistos na hora.

Coloquei a flor em cima da terra entre gritos e prantos, Lembranças de Amigos , Familiares, Risadas de melhores amigos, Não sairiam da minha cabeça.
Arrastei minha mão sobre a terra negra até chegar em minha Face. Entre lágrimas levantei do chão apertando a barriga e cabeça baixada, cheguei a o homem que trouxe-me a este local ele sussurro em meu ouvido:

- Menina você será muito feliz no outro Mundo.
- Obrigada, obrigada.
- Antes de ir embora posso lhe pedir uma coisa!
- Claro, o que ?
- Me abraça, antes ir!?

Não foi preciso responder, o Abraço foi imediato, os braços que estavam em minha barriga passaram a envolver seu corpo:

- Te Amo MINHA FILHA
- TE AMO MEU PAI

Em segundo foi ouvido uma criança chorar, essa criança... Eu nos braços de meu pai sorrindo olhando a mim... Passou a minha mãe que me deu o peito para alimentar-me.

As palavras certas nos meus ouvidos foram Bem-Vinda ao Novo Mundo!